
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
NOVA CANÇÃO DO EXÍLIO

NOVA CANÇÃO DO EXÍLIO
(Parodiando Gonçalves Dias)
Minha terra tem palmeiras
onde canta o Sabiá?
As aves que gorjeavam
já não gorjeiam por lá.
Nosso céu está cinzento,
os nossos rios poluídos;
nossos bosques estão queimados
e nossa vida, em perigo.
Em pensar, sozinho, à noite,
quem dera poder cantar:
“Minha terra tem palmeiras
onde canta o sabiá”.
Mas cortaram as palmeiras
pro progresso se instalar;
foram contrabandeadas
as aves que tinham lá.
"Não permita Deus que eu morra,
sem que eu volte para lá";
sem que ajude a natureza
a se revitalizar.
Sem que plante mais palmeiras
e liberte o sabiá!
Antonio Costta
Progresso?... Meu Deus do céu!
Antonio Costta.
e nossa vida, em perigo.
Em pensar, sozinho, à noite,
quem dera poder cantar:
“Minha terra tem palmeiras
onde canta o sabiá”.
Mas cortaram as palmeiras
pro progresso se instalar;
foram contrabandeadas
as aves que tinham lá.
"Não permita Deus que eu morra,
sem que eu volte para lá";
sem que ajude a natureza
a se revitalizar.
Sem que plante mais palmeiras
e liberte o sabiá!
Antonio Costta

MINHA TERRA TEM
PALMEIRAS
Minha terra tem palmeiras
Mas não canta o sabiá
Foram contrabandeadas
As aves que tinham lá.
Admiro a minha terra,
A beleza do lugar;
Minha terra tem palmeiras
Mas não canta o sabiá.
Minha terra tem palmeiras
Bem poucas, é bom falar;
Foram muitas arrancadas
Pro pregresso se instalar.
Mas não canta o sabiá
Foram contrabandeadas
As aves que tinham lá.
Admiro a minha terra,
A beleza do lugar;
Minha terra tem palmeiras
Mas não canta o sabiá.
Minha terra tem palmeiras
Bem poucas, é bom falar;
Foram muitas arrancadas
Pro pregresso se instalar.
Progresso?... Meu Deus do céu!
Que progresso tem por lá?
Se cortaram as palmeiras...
Se não canta o sabiá!
Se cortaram as palmeiras...
Se não canta o sabiá!
Antonio Costta.
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)