
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
"VERDE QUE TE QUERO VERDE!"

(Inspirado no verso de Frederico Garcia Lorca)
"Verde que te quero verde"
Na floresta enverdecida;
Verde cada vez mais verde No palco verde da vida!
Como era a vida tão verde,
Como era tão verde a vida!
Verde vida vida verde
verde verde vida vida!
Mas o verde que gera vida
Fora dos olhos mais verdes
Virou deserto sem vida
Virou floresta queimada,
Virou poeira e carvão
Que se levanta na estrada!
Virou conjunto de casas
Virou um solo asfaltado.
Oh! Homem que o verde tira,
Que atira fogo no verde,
Por que fazer sua mira
No alvo verde da terra?
Não vê que faz uma guerra?
Que contra a si mesmo atira?
E quando que verde vira
É diferente a sua lira!
É um verde horizontal
Do vasto canavial;
Não é verde replantado,
É verde vasto de soja
E dos cercados de gado!
Pois acha mais importante
Enriquecer num instante,
Empobrecendo o futuro.
Não ter oxigênio puro,
Não ter floresta nem nada,
Não ter pássaro que cante,
Não ter uma onça pintada;
Um verde mais verdejante...
Viçoso com a invernada!
Antonio Costta
(Poema publicado no meu livro
CHUVA DE POESIAS)
"Verde que te quero verde"
Na floresta enverdecida;
Verde cada vez mais verde No palco verde da vida!
Como era a vida tão verde,
Como era tão verde a vida!
Verde vida vida verde
verde verde vida vida!
Mas o verde que gera vida
Fora dos olhos mais verdes
Virou deserto sem vida
Virou floresta queimada,
Virou poeira e carvão
Que se levanta na estrada!
Virou conjunto de casas
Virou um solo asfaltado.
Oh! Homem que o verde tira,
Que atira fogo no verde,
Por que fazer sua mira
No alvo verde da terra?
Não vê que faz uma guerra?
Que contra a si mesmo atira?
E quando que verde vira
É diferente a sua lira!
É um verde horizontal
Do vasto canavial;
Não é verde replantado,
É verde vasto de soja
E dos cercados de gado!
Pois acha mais importante
Enriquecer num instante,
Empobrecendo o futuro.
Não ter oxigênio puro,
Não ter floresta nem nada,
Não ter pássaro que cante,
Não ter uma onça pintada;
Um verde mais verdejante...
Viçoso com a invernada!
Antonio Costta
(Poema publicado no meu livro
CHUVA DE POESIAS)
SER UM POETA CRISTÃO

UM POETA CRISTÃO
ANTONIO COSTTA
Eu escrevo como quem dá conselhos
E como quem ora, a Deus, de joelhos.
Eu escrevo alegre como quem canta
E sei que meu verso, o mal, ele espanta!
Às vezes, também, escrevo chorando,
Com lágrimas quentes se derramando;
Porque este mundo me traz sofrimento
Mas Cristo Jesus me dá Seu alento.
Por isso em meus versos - prego a verdade,
Como um profeta da antiguidade,
Dizendo que Cristo é o Salvador!...
Que importa que digam: teu verso é vão;
Vou prosseguir um Poeta Cristão,
Pregando a Jesus, o meu redentor!
ANTONIO COSTTA

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